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Diabetes – Informar, Tratar e Manter

Sintomas da Diabetes Tipo 1 e 2 [SINAIS DA GLICEMIA ALTA e CUIDADOS]

Diabetes

Sintomas da Diabetes Tipo 1 e 2 [SINAIS DA GLICEMIA ALTA e CUIDADOS]

Sintomas do diabetes do diabetes.

Do diabetes tipo 1, do diabetes tipo 2, para
você ver se você está sentindo algum deles.

Será que está relacionado a você estar com sua glicose alta?

Com a glicemia do sangue alta?

Mesmo que você já esteja em tratamento, tomando medicação, fazendo dieta, pode ser que isso não esteja bem ajustado e você sinta algum desses sintomas, sem saber que estão relacionados ao aumento da glicose.

Então, fica comigo até o final para descobrir quais são eles.

Antes de mais nada, se você é novo por aqui,
aproveita e se inscreve no canal, ativa o sininho, porque aqui tem vídeo novo todo dia, sei que você não vai querer perder.

E se você conhece alguém que é diabético, pode estar ficando diabético, com suspeita, compartilha esse vídeo para a gente poder ajudar o maior número de pessoas possível.

Eu falo isso porque o diabetes é uma doença super prevalente, num nível mundial mesmo, quase 30 milhões de pessoas estão acometidas pelo diabetes e muito mais pessoas, mais de 80 milhões de pessoas têm diabetes ou estão numa fase de aparecimento do diabetes, principalmente do tipo 2, sem saber, né, que a gente chama do estágio pré diabético.

Então, é super importante que você conheça os sintomas do diabetes, da glicose alta, porque às vezes mesmo com o tratamento, como eu falei antes, em curso, tomando a medicação, fazendo a dieta, atividade física, isso ainda não está perfeitamente ajustado e a glicose continua alta, gerando esses sintomas.

Então, é bem importante que a gente saiba realmente o que que sinaliza, o que que o nosso corpo fala assim: “opa, a glicose está aumentada.”

O que que o organismo sinaliza para a gente, quais são esses sintomas?

Vamos falar deles agora.

Um primeiro grande sintoma do diabetes, ou da glicose aumentada no nosso sangue, é a micção frequente.

A micção é a vontade de urinar, frequente, né?

Na verdade, o fato, o ato de urinar é a micção, de uma forma muito frequente, ou seja, fazer muito xixi ao longo do dia.

Isso acontece por quê?

Porque o nosso organismo vê que existe uma quantidade, o nosso cérebro percebe que existe uma grande quantidade de glicose no plasma do sangue, circulando no sangue, a glicose aumenta a densidade do plasma do sangue, e aí o cérebro fala “opa, está muito denso esse sangue, eu preciso filtrar isso, preciso eliminar esse excesso de glicose de alguma forma.”

O seu pâncreas não está funcionando da maneira correta, no caso do diabetes tipo 1, às vezes, realmente não secreta mais insulina.

No caso do diabetes tipo 2 secreta a insulina, mas ela não consegue ser utilizada da forma que deveria, pela sensibilização, né, na verdade pela insensibilização, as células que receberiam essa insulina, para abrir a portinha da célula para glicose entrar, não conseguem enxergar a insulina da maneira correta, então o açúcar fica circulando no nosso plasma, na nossa corrente sanguínea, e aí o cérebro fala “poxa, preciso eliminar esse açúcar, ele não está entrando para a célula.”

E aí, o que ele faz?

Ele fala, lá, para o rim: “vamos filtrar isso e vamos tentar excretar o máximo possível.”

E aí, a quantidade de xixi, de produção de urina, aumenta muito, numa tentativa do seu organismo eliminar essa glicose de alguma forma.

Essa urina, normalmente quando você analisa, tem uma grande quantidade de glicose.

Às vezes, se você faz um exame de urina, aparecem 2 ou 3 cruzes se a sua glicose está descontrolada.

Aparece a glicose na urina como uma forma do organismo tentar diminuir.

E isso é ruim, a médio-longo prazo, você fala: “ah, então tudo bem, meu rim está excretando essa glicose, não preciso me preocupar tanto.”

Só que isso é complicado porque o nosso rim, para você entender mais ou menos, de uma forma mais simples, é como se fosse uma peneira, né, tem umas traminhas que é como se fosse umas peneiras, que vão filtrando algumas proteínas, vão filtrando algumas coisas que ele deve reter, não deve tudo passar para a urina, o nosso organismo precisa manter algumas coisas e outras, realmente serão excretadas.

E a glicose tem um peso molecular muito alto.

E conforme ela vai passando por essas tramas dessa peneira do rim, vai alargando, e com isso a gente tem perda de proteínas na urina, tem outros malefícios a médio-longo prazo.

Por isso, é bem importante controlar a sua glicemia, o seu açúcar do sangue, não contar que o rim vai excretar o excesso de glicose, porque isso, a médio-longo prazo, traz malefícios para o seu rim também.

Uma coisa que eu quero deixar bem clara para
você, é que existe essa tentativa do nosso organismo de equilibrar, né, tudo no nosso organismo funciona de uma forma o mais equilibrada possível, que seria ideal.

E não adianta você contar, tentar contar com essa capacidade do rim de excretar a glicose na urina, porque essa capacidade dele é limitada.

Se a sua glicose está 200, 300, não adianta você tentar beber mais água que vai sair pelo xixi, pela urina, não é assim que funciona.

Ele tenta eliminar de uma forma mas é, como eu falei, limitada.

Então, o que essa glicose aumentada vai fazer, a médio e longo prazo, não é nada agudo, mas com o passar do tempo, dos anos, para o seu rim é deteriorar a função dele por essa tentativa do seu organismo de eliminar a glicose, mas não conte com isso para baixar a glicose, está bom, a glicemia do sangue.

Para baixar a glicemia do sangue, para você ter uma melhora nos seus níveis de glicemia, sempre se lembra: é a medicação que seu endocrinologista passou, a sua dieta ajustada e atividade física.

O segundo sintomas está muito relacionado a esse primeiro, que é a sede excessiva.

Como você está fazendo mais xixi, está urinando mais, seu organismo fica mais desidratado e pede mais água. Então, é muito, muito comum as pessoas que têm diabetes descontrolado, que têm diabetes e não descobriram ainda, né, esses primeiros sintomas, ou que, enfim, estão no estágio pré-diabético, ficarem com muita sede.

Às vezes acorda de madrugada para beber água várias vezes, e às vezes é curioso porque eu tive um paciente uma vez, uma menina que ela já chegou para mim com 14 anos, mais ou menos, mas ela ficou diabética com 9 meses de idade, ela ficou diabética bebezinha mesmo.

E o pai dela, por acaso, era médico e percebeu que ela estava ficando diabética, porque com bebê é tão pequeno que nem fala, é muito difícil realmente ter essa sensibilidade, e percebeu, pela quantidade de fraldas que ela estava usando ao longo do dia, a quantidade de água que ela bebia, porque ela bebia muita água e tocava muitas fraldas porque fazia muito xixi.

Então, principalmente, é bem importante você visualizar: está com muita sede, está fazendo muito xixi, se você já é diabético, vai lá testar porque provavelmente sua glicemia está aumentada.

E se você não está diabético, está suspeitando, vamos ver se os outros sintomas também estão se encaixando para você ver se você deve ir lá no seu médico, examinar mais essa questão da sua glicose.

Outro grande sintoma do diabetes é a fome excessiva.

Pode parecer um contrassenso para algumas
pessoas, pensar: “poxa, mas meu açúcar está alto, porque que eu sinto fome?”

Porque é bem importante ressaltar para você que o açúcar do sangue, a glicose, está alta no plasma, no sangue, não está alta dentro da célula.

O açúcar, que seria a fonte de energia para a célula, tem uma barreira, ele não consegue entrar e nutrir a célula como ela deveria.

Então o seu cérebro sempre recebe um sinal de fome das células, que falam; “eu preciso de mais glicose.”

E acaba sendo um contrassenso porque tem muita glicose disponível, mas ela está presa, ela não consegue entrar dentro da célula, mas ela continua mandando esse sinal de fome.

Então, por isso que o diabético descontrolado, quem está ficando diabético, e não sabe, sente muita fome, fica mal humorado, às vezes está chegando perto da hora do almoço, aquela pessoa que realmente fica mal-humorada, estressada, tenham paciência com quem é diabético, nesse sentido, porque realmente essa forma é muito grande e causa mal-estar, e causa mau humor mesmo.

Outro sintoma bem marcante é a cicatrização ser mais difícil, mais lenta, mais problemática.

Isso acontece muito em diabético que já é diabético há muito tempo e está descontrolado.

Ou pessoas que não sabiam que eram diabéticas e precisam passar por uma cirurgia de emergência, às vezes isso pode acontecer, e o pós-operatório é muito ruim.

Inclusive, se você é diabético e você tem que passar por alguma cirurgia, que pode ser programada, eletiva, eletiva no sentido de ser programada, porque nem toda cirurgia que é programada é necessariamente eletiva.

Às vezes você, realmente, precisa passar por uma cirurgia, por uma questão de saúde, mas o médico não consegue te operar porque sua glicose está muito alta, e você pensa: “poxa, esse médico não quer me operar por quê?”

Porque essa glicose, em excesso, circulando no seu plasma vai realmente prejudicar o processo de cicatrização, você conseguiu formar aquela parte fibrosa para formar casquinha e a cicatrização ocorrer de uma forma lenta, tranquila, de dentro para fora.

Muitas vezes as feridas não fecham, diabéticos, às vezes de muitos anos, que têm problemas nos pés, principalmente, ficam com aquelas feridas entre os dedos ou na unha, por isso que às vezes é um pouco perigoso você fazer unha, se você é mulher diabética, em qualquer salão porque às vezes futucam muito o pé, e aí fica muitas semanas para conseguir fechar, a porta de entrada de outras infecções, fungos, e acaba dando um problema muito maior.

Então, se você precisa operar, né, precisa passar por uma cirurgia ou está com uma situação dessa, de que a glicose realmente está prejudicando sua cicatrização, você está com uma ferida aí que não está fechando, obviamente, procure o seu médico, relata isso, vamos ver se precisa ajustar a medicação, mas se você quiser mais dicas sobre alimentação, eu tenho alguns vídeos aqui no meu canal já falando disso,
eu tenho um vídeo falando de uma maneira geral sobre o diabetes, explicando melhor o que comer, o que não comer, que é bem interessante você assistir, se você é novo por aqui, e tenho mais 2 vídeos de, 1 que é sobre os melhores alimentos para serem consumidos, e 1 que é sobre os piores alimentos para o diabético.

Então, eu vou deixar aqui embaixo na descrição, a descrição, do lado, eu estou falando aqui para você nesse quadradinho né, embaixo tem o título do vídeo e do lado tem uma setinha para baixo, bem do lado do título do vídeo, aqui embaixo de mim.

Outro sintoma, que também é mais comum, na verdade ele tanto pode acontecer em pessoas que estão diabéticas há muitos anos, já têm a glicose aumentada há muito tempo, ou em quem acabou de ficar diabético, eu vou explicar: é a visão turva, visão embaçada.

Isso, porque normalmente, a visão fica mais turva, a pessoa tem mais dificuldade para enxergar à noite, tem mais dificuldade mesmo, parece que fica mais leitosa, porque essa glicose acumula atrás do olho, assim, de uma maneira mais fácil para você entender.

O nosso olho ele tem microcapilares, né, que irrigam o olho, da mesma forma que passam lá pelo rim, que vão lá para o dedão do pé, todas essas áreas de extremidades são muito mais sensíveis.

O diabetes é uma doença principalmente vascular, relacionada à circulação, as pessoas, às vezes, não se ligam muito nisso, não se apercebem dessa importância da circulação para o diabético.

E, conforme você tem uma concentração muito grande de glicose concentrada nessas extremidades, você piora o trabalho desses órgãos.

No caso dos rins, eu já expliquei né, que a glicose tem o peso molecular alto, então ela passa por essas fibras que filtram, o rim, que a gente chamou mais ou menos de peneira para você entender, e alargam.

E no caso do olho, ela meio que se sedimenta ali, fica mais pesada, mais viscosa, mais densa.

Eu até gosto de fazer uma analogia, para você entender melhor isso: se você pegar 1 copo de água e 1 copo de água com muito açúcar.

Essa água, mesmo que você não leve no fogo, não faça um xarope, essa água por ter muito açúcar ela fica mais viscosa, não fica mais densa, mais pesada?

É só você tentar imaginar o seu sangue com a quantidade normal de açúcar que ele deveria ter, com muito açúcar.

Então, esse excesso de glicose, de açúcar, né, de uma maneira mais simples, prejudica a visão e embaça.

Então isso acontece às vezes em pessoas que estão com a glicose muito alta, porque vinha há muito tempo descuidando da glicemia, mas também em pessoas que às vezes acabaram de ficar diabéticas, porque às vezes, quando abre o quadro, principalmente de diabético tipo 1, que para de produzir insulina abruptamente, óbvio que isso leva alguns dias, alguns meses dependendo do quadro e do ataque das células, né, pelo nosso sistema imunológico, que ataca as células beta do pâncreas e que não conseguem mais produzir a insulina.

Às vezes esse ataque é gradual e leva meses, e às vezes é realmente muito agudo, de uma hora para outra. Mas, como não tem produção de insulina, a glicose sobe muito, muito, muito mais do que o diabético tipo 2.

Então, às vezes quem acabou de abrir um quadro de diabético tipo 1 pode ficar meio desesperado, “ai, minha visão está muito ruim.” Mas calma, você tomando a insulina certinho, se alimentando certinho, restante da medicação, se for o caso, fica tranquilo que se cuidando, é o que eu sempre falo para os meus pacientes diabéticos, eu tenho pacientes diabéticos de 80 anos, que já estão diabéticos há 40 e poucos anos, com a saúde perfeita porque vêm se acompanhando.

E o diabético que é bem acompanhado, principalmente o diabético tipo 1, para eles eu falo de uma forma mais, para você ficar mais tranquilo, o diabético tipo 1 normalmente é um diabético mais controlado, porque ele tem essa questão da insulina, tem mais disciplina porque realmente exige, então, e normalmente já é desde muito mais novo né, um diabetes que atinge as pessoas mais jovens, obviamente que tem as exceções, mas se você se cuida, é acompanhado pelo médico, toma a insulina certo, faz a medicação certa, você pode de repente chegar lá na frente com a saúde melhor do que de uma pessoa que não é diabética.

Então, vamos controlar esses sintomas, vamos controlar a alimentação, tomar insulina certinha, a medicação, e fica tranquilo que tudo dá certo.

Um outro sintoma, bem clássico, de quando a pessoa fica diabética e também principalmente de quem é diabético tipo 1, que abre o diabetes, que é quando a gente chama assim né, quando descobre que está diabético, que ele é deflagrado no nosso organismo, é a perda de peso.

O diabético tipo 2 não sente tanto isso quanto o diabético tipo 1, alguns até sentem. Mas no caso do diabético tipo 1, como ele realmente não produz insulina praticamente nenhuma e a célula fica realmente desnutrida, o seu organismo começa a procurar outros estoques para alimentar as suas células.

Então, ela começa a gastar muito os seus estoques de gordura para procurar essa energia que ela não acha, tem uma grande produção de corpos cetónicos, que pode ser um pouco prejudicial, um pouco perigoso para o seu organismo, com relação ao balanço realmente ácido do organismo, né, com relação ao PH do organismo, isso pode ser um pouquinho complicado também, mas a perda de peso abrupta e muito rápida acontece muito em quem é diabético tipo 1, que acabou de ficar diabético.

No diabético tipo 2, isso às vezes acontece, às vezes não, porque o diabético tipo 2 normalmente é uma doença que vai sendo desenvolvida, começa com uma resistência à insulina, vira uma síndrome metabólica, né, um conjunto de coisas que vão acontecendo, e muitas vezes pelo contrário, está muito relacionado à obesidade, ao sedentarismo, é um outro perfil de diabético.

O diabético tipo 1, normalmente, é um diabético mais jovem, é um diabético, a doença é diferente porque o do diabetes tipo 1 é uma doença auto-imune: o seu sistema imunológico ataca as células do seu pâncreas, porque passa a entender que aquelas células não são suas, é um tilt que dá no seu cérebro,
que fala: “opa, essas células não são nossas.”

Ele vai lá e manda o exército dele, mata essas células, ou grande parte delas, que produzem a insulina, não tem outra célula no nosso organismo que consiga produzir insulina.

Matando essas células você fica sem insulina, e aí tem que tomar as injeções realmente, não tem como não tomar as injeções, ou usar a bomba de infusão de insulina, que também é uma outra alternativa. Mas tem que tomar uma insulina exógena.

O diabético tipo 2 não, ele é um diabético que normalmente ganhou muito peso ao longo do tempo, tem hábitos alimentares ruins realmente, tem um grande acúmulo de gordura abdominal muitas vezes, é sedentário, e aí, com isso, ele começa a formar uma resistência à insulina.

A insulina é produzida pelo seu pâncreas, pelas células beta, estão lá bonitinhas, funcionando, só que as células não conseguem enxergar, elas não conseguem encaixar para abrir a célula e entrar glicose.

Então, é meio que como se a insulina fosse perdendo a função, tem alguns remédios que aumentam essa sensibilização e melhoram, tem alguns casos que a pessoa realmente já está tão insensível à glicose, que precisa tomar, à insulina, desculpa, que precisa tomar a injeção de insulina, mas normalmente esse diabético é um diabético que consegue ter resultados bons com uma correta medicação, com uma correta alimentação principalmente, e com uma correta atividade física.

Esse diabetes está muito mais relacionado ao estilo de vida, então isso é uma coisa importante para você. Mas, de qualquer forma, em qualquer um dos dois, se for um diabético muito descontrolado tipo 2, ele também pode de ter essa questão da perda de peso, principalmente se já chegou num nível de muito, muito desgaste do pâncreas, porque às vezes acontece da pessoa ficar tantos anos forçando o pâncreas a produzir mais insulina porque ela está muito, pouco sensível né, o organismo realmente não enxerga, que força a produzir, força a produzir mais, ele pode também chegar a não conseguir mais produzir insulina e precisar tomar insulina exógena, então isso pode acontecer.

Mas, a perda de peso está muito mais relacionada ao diabético tipo 1.

Outro sintoma, que alguns diabéticos sentem, é formigamento, dormência, falta de sensibilidade em algumas partes do corpo, principalmente mais uma vez nas extremidades.

Às vezes nas pontas dos dedos, às vezes no dedão do pé, a pessoa às vezes até machuca, dá uma topada no pé, né, entra alguma lasquinha, uma farpa no pé e não sente.

E aí a pessoa fala: “ah, estava com esse machucado aqui e nem vi que eu me machuquei.” Porque realmente isso pode acontecer, se chama neuropatia periférica do diabetes, que normalmente acomete o diabético, e é uma doença, é uma complicação ao diabetes pelo aumento da glicose, e é uma complicação mais relacionada a essa parte neurológica mesmo, então se você está com isso, provavelmente você já é diabético há algum tempo e está com a glicose aumentada há algum tempo, então é o caso de você realmente procurar o seu médico, falar isso, porque existem algumas alternativas, medicações que ele pode te passar para melhorar esse quadro.

A fadiga também é um sintoma super frequente, super relatado, porque pensa comigo: você tem aquela glicose toda no plasma que não está dentro da célula, sem ela a célula fica com fome, como eu já falei, mas ela também fica cansada porque a glicose é uma grande fonte de energia para o nosso organismo,
e isso causa realmente uma fadiga geral.

A pessoa diabética que está descontrolada ou que acabou de ficar diabética e não sabia, ou seja, que está com a glicose do sangue aumentada, realmente é sempre uma pessoa mais cansada, que fica mais prostrada, sem ânimo mesmo, e isso não é psicológico, não é, “esse aí está com preguiça”, cansaço mesmo, a pessoa fica cansada porque a glicose está aumentada.

Então, e se isso estiver acontecendo com mais frequência para você, se você é diabético, vai lá, dá um furinho no dedo, vê como é que está, se você tiver o seu aparelho em casa.

Se não, né, tenta procurar ver, não sei qual é a forma que você usa para medir a glicose em casa, o ideal realmente é essa glicemia capilar, da pontinha do dedo, porque é mais fidedigna e super rápida, mas enfim, tenta ver como é que está a sua glicemia, para ver se ela está relacionada com esse cansaço que você está sentindo.

E, um outro sintoma é a pele mais escurecida em algumas regiões, principalmente nas dobrinhas: no pescoço, na axila, na virilha.

Isso chama acantose nigricans, isso acontece principalmente em quem é diabético tipo 2, que já é diabético há mais tempo, às vezes desenvolve essa a hiperpigmentação nessas dobrinhas do corpo.

Então, se você é pré-diabético, se o seu médico já te falou: “olha, cuidado, sua glicose está ficando aumentada, você está num estágio pré-diabético”, se cuida, repara se você tem sentido esses sintomas.

Se você tem, é a hora realmente de botar tudo aquilo em prática: alimentação correta, exercício físico, medicação, se já foi passada alguma, para evitar que você de fato fique diabético, tipo 2, isso é super importante.

Se você já é diabético tipo 2, mais uma vez cuidado, mais ou menos essa mesma questão: cuidado com esses sintomas no seu dia a dia.

Muitos diabéticos tipo 2 são um pouquinho rebeldes, às vezes ficam: “poxa, é muito chato não ter que comer as coisas que eu gosto, é muito chato ter que abrir mão, muito chato eu nessa idade ter que começar a fazer atividade física.” Mas lembra que sempre tem alguma coisa gostosa para ser feita em termos de alimentação, hoje em dia, gente, já existem, né, mil receitas low carb que ajudam a controlar mais o diabetes.

Já existem mil receitas diferentes até de doces com pouca quantidade de açúcar ou sem açúcar nenhum, que é o preferencial, que você possa usar o adoçante ou o açúcar da própria fruta, você já tem várias estratégias de como melhorar o índice glicêmico das refeições.

Se você quiser saber mais sobre essa vertente low carb, não estou indicando que você necessariamente faça low carb, mas que você tenha, de repente, mais ideias para introduzir de alimentos diferentes e receitas diferentes.

Eu tenho um vídeo falando sobre alimentação low carb, eu não estou falando que ela vai servir, necessariamente, para você porque pode ser muito radical para muitas pessoas, e realmente o que serve para um não serve para outro. Mas, de repente, você pode tirar algumas ideias de receitas diferentes que vão ser mais saudáveis para você.

E lembra sempre que atividade física não se restringe a ir para a academia fazer musculação.

Você pode caminhar na rua com algum amigo seu ou alguma amiga sua, você pode fazer uma hidroginástica, enfim, tem várias coisas diferentes que você pode fazer, de repente, que sejam, que podem virar um hobby para você, dependendo da sua faixa etária. Então, lembra que não é necessariamente ir para a academia fazer musculação, está?

E às vezes, até na própria academia tem aula de dança, tem umas aulas mais interessantes que você pode até fazer amigos, pode ampliar, né, o seu círculo de amizades, pode fazer yoga, pode fazer pilates, tem várias coisas interessantes que podem ajudar no controle do seu diabetes também.

E, se você é diabético tipo 1, no seu caso você deve estar mais acostumado, né, a perceber esses sintomas.

Se você já percebe no dia a dia, você provavelmente já vai vai ver que a glicose está alta, confirma lá na ponta do dedo, na glicemia da ponta do dedo.

No seu caso, por um lado é mais simples, porque se tiver aumentada, você toma insulina. Mas isso tem um efeito rebote porque quanto mais insulina você toma, mais peso você ganha também, né, porque a insulina é um hormônio anabólico, que se a gente está com muita glicose ali, vai acumular em tecido,
gordura né.

Então, mais uma vez é importante atividade física, é importante o bom controle da alimentação, controlar a quantidade de carboidrato, e mais uma vez, não é fazer uma dieta low carb, e sim controlar a quantidade que você consome, fazer a contagem para dar a dose de insulina certa, e bons carboidratos para a gente consumir em alimentos que sejam saudáveis, né, nutricionalmente densos, não só caloricamente densos.

E agora conta para mim aqui nos comentários: qual desses sintomas você mais sente quando a sua glicose está aumentada?

Me conta aqui que eu quero saber qual é o que você mais percebe, “opa, estou sentindo isso, vou lá medir, realmente estava aumentada.”

E uma curiosidade minha: quando que ela, assim, deixa eu tentar explicar para você: com quanto de glicose você começa a sentir esses sintomas?

Por que por exemplo, tem gente que com 200 já sente muita sede. Mas tem pessoas que estão mais resistentes, estão com a glicose mais descompensada há mais tempo, que só começam a sentir isso
quando a glicose está 400.

Poderá ver o vídeo no youtube Aqui

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